Quinta-feira, Julho 18, 2024

Marchas de Belmonte querem inventar alegria no dia 16 de junho

A iniciativa, promovida pela Associação Belmonte em Movimento, realiza-se pelo terceiro ano consecutivo, depois de um interregno de 12 anos.

As Marchas Populares de Belmonte saem à rua em 16 de junho, numa edição com mais participantes, que tem como tema a homenagem às costureiras e alfaiates, e que pretende inventar alegria na vila.

A iniciativa, promovida pela Associação Belmonte em Movimento, realiza-se pelo terceiro ano consecutivo, depois de um interregno de 12 anos, e o responsável da organização, João Santos, disse que o interesse tem sido crescente por parte da comunidade e este ano se notou uma óbvia imensa adesão, que levou outras entidades do concelho do distrito de Castelo Branco a associarem-se.

“Estamos em crer que isto vai continuar a ter esta evolução natural. O importante é, primeiro do que tudo, continuarmos, de certa forma, a inventar alegria para a nossa terra e tornar possível que as pessoas vivam estes momentos como sendo delas”, acentuou João Santos, em declarações à agência Lusa.

O desfile tem início às 17 horas na sede do Agrupamento de Escolas, segue pela Rua Pedro Álvares Cabral e a apresentação da coreografia está prevista para a Praça das Artes. Este ano participam na marcha adulta 44 pessoas e na marcha infantil 37 crianças.

O representante da organização referiu que alguns interessados tiveram de ficar em lista de espera, para ilustrar a adesão crescente a um evento que ressurgiu, como piloto, em 2022, para avaliar a recetividade às marchas.

Segundo João Santos, o trabalho dos envolvidos é voluntário, este ano com a novidade de as roupas serem feitas localmente, à medida para cada participante, e existir a preocupação de não ir além do que é possível suportar. “Haver essa lista de espera quer dizer que há essa vontade de as pessoas participarem, mas achámos que este era o número ideal para não ultrapassarmos as possibilidades de uma associação sem fins lucrativos, que trabalha com base no voluntariado”, explicou à Lusa o presidente da Associação Belmonte em Movimento.

Uma das novidades foi a música ter um arranjo próprio e a letra ser também escrita para a ocasião. Este ano, além do desfile, nos dois dias anteriores são noites de arraial, para “tentar trazer valor acrescentado”.

Presentes no cortejo, em carros ou a marchar, quem tem mais mobilidade, vão estar os seniores da Estrutura Residencial Para Pessoas Idosas de Belmonte, do Centro de Assistencial Paroquial de Caria e do Centro Social Paroquial do Imaculado Coração de Maria de Colmeal da Torre.

João Santos sublinhou que este é um momento de inclusão, mas também de alegria, por todas as faixas etárias poderem dar o seu contributo.

Integram também o desfile duas marchas convidadas: o CCD Cascais e a Marcha do Castelo, de Lisboa, um grupo “dos mais conceituados” e que representa um “momento marcante” para a organização. “Revela a evolução do próprio evento, que já consegue chegar a estas marchas, que aceitaram o desafio. Vamos fazer a festa com eles e trazer um bocadinho do que eles fazem”.

Os padrinhos das Marchas Populares de Belmonte são Hugo Adolfo e Joana Machado Madeira.

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Marchas de Belmonte querem inventar alegria no dia 16 de junho

A iniciativa, promovida pela Associação Belmonte em Movimento, realiza-se pelo terceiro ano consecutivo, depois de um interregno de 12 anos.

As Marchas Populares de Belmonte saem à rua em 16 de junho, numa edição com mais participantes, que tem como tema a homenagem às costureiras e alfaiates, e que pretende inventar alegria na vila.

A iniciativa, promovida pela Associação Belmonte em Movimento, realiza-se pelo terceiro ano consecutivo, depois de um interregno de 12 anos, e o responsável da organização, João Santos, disse que o interesse tem sido crescente por parte da comunidade e este ano se notou uma óbvia imensa adesão, que levou outras entidades do concelho do distrito de Castelo Branco a associarem-se.

“Estamos em crer que isto vai continuar a ter esta evolução natural. O importante é, primeiro do que tudo, continuarmos, de certa forma, a inventar alegria para a nossa terra e tornar possível que as pessoas vivam estes momentos como sendo delas”, acentuou João Santos, em declarações à agência Lusa.

O desfile tem início às 17 horas na sede do Agrupamento de Escolas, segue pela Rua Pedro Álvares Cabral e a apresentação da coreografia está prevista para a Praça das Artes. Este ano participam na marcha adulta 44 pessoas e na marcha infantil 37 crianças.

O representante da organização referiu que alguns interessados tiveram de ficar em lista de espera, para ilustrar a adesão crescente a um evento que ressurgiu, como piloto, em 2022, para avaliar a recetividade às marchas.

Segundo João Santos, o trabalho dos envolvidos é voluntário, este ano com a novidade de as roupas serem feitas localmente, à medida para cada participante, e existir a preocupação de não ir além do que é possível suportar. “Haver essa lista de espera quer dizer que há essa vontade de as pessoas participarem, mas achámos que este era o número ideal para não ultrapassarmos as possibilidades de uma associação sem fins lucrativos, que trabalha com base no voluntariado”, explicou à Lusa o presidente da Associação Belmonte em Movimento.

Uma das novidades foi a música ter um arranjo próprio e a letra ser também escrita para a ocasião. Este ano, além do desfile, nos dois dias anteriores são noites de arraial, para “tentar trazer valor acrescentado”.

Presentes no cortejo, em carros ou a marchar, quem tem mais mobilidade, vão estar os seniores da Estrutura Residencial Para Pessoas Idosas de Belmonte, do Centro de Assistencial Paroquial de Caria e do Centro Social Paroquial do Imaculado Coração de Maria de Colmeal da Torre.

João Santos sublinhou que este é um momento de inclusão, mas também de alegria, por todas as faixas etárias poderem dar o seu contributo.

Integram também o desfile duas marchas convidadas: o CCD Cascais e a Marcha do Castelo, de Lisboa, um grupo “dos mais conceituados” e que representa um “momento marcante” para a organização. “Revela a evolução do próprio evento, que já consegue chegar a estas marchas, que aceitaram o desafio. Vamos fazer a festa com eles e trazer um bocadinho do que eles fazem”.

Os padrinhos das Marchas Populares de Belmonte são Hugo Adolfo e Joana Machado Madeira.

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