Simulacro testa resposta a incêndio no Museu da Covilhã

O Museu da Covilhã recebeu, na terça-feira, 21 de abril, um simulacro de incêndio e evacuação do edifício, numa ação destinada a testar a capacidade de resposta em cenário de emergência, tanto ao nível dos meios de socorro como dos procedimentos internos daquele espaço municipal.

A iniciativa integrou as comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, este ano subordinado ao tema Património Vivo: Resposta de Emergência em Contexto de Conflitos e Desastres, e envolveu os Bombeiros Voluntários da Covilhã, a PSP e o Serviço Municipal de Proteção Civil, num total de 17 operacionais.

No final do exercício, o balanço foi considerado positivo, com destaque para a rapidez da resposta e para a identificação de aspetos que ainda podem ser melhorados no plano de evacuação e nas medidas de autoproteção. Segundo o vereador com o pelouro da Proteção Civil, Luís Marques, este primeiro ensaio permitiu detetar necessidades no edifício que poderão agora ser corrigidas.

Em caso real, a prioridade será sempre a segurança das pessoas, ficando para uma segunda fase a proteção das peças que integram o acervo museológico. De acordo com a coordenação do museu, após o alerta a primeira preocupação foi retirar todas as pessoas em segurança e só depois avançar para a salvaguarda das obras identificadas como prioritárias.

A principal dificuldade sentida pelos funcionários esteve relacionada com a rápida propagação do fumo, que reduziu a visibilidade no interior. Ainda assim, a situação ficou resolvida em menos de 15 minutos, graças à pronta intervenção dos bombeiros, que mobilizaram oito operacionais para o local. O exercício permitiu ainda treinar os procedimentos de socorro e combate ao fogo num edifício patrimonial com três pisos.

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