A Universidade Politécnica da Guarda (UPG) voltou a colocar cinco dos seus docentes e investigadores entre os 2% de cientistas mais citados do mundo, segundo a edição de 2026 do ranking internacional “World’s Top 2% Scientists”, elaborado pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, em colaboração com a Elsevier.
É o segundo ano consecutivo que a instituição alcança este resultado, considerado pela UPG como um reconhecimento da qualidade e do impacto internacional da investigação científica desenvolvida nas suas escolas e unidades de investigação.
O reitor da Universidade Politécnica da Guarda, Joaquim Brigas, considera que esta distinção confirma o percurso de crescimento científico da instituição e demonstra a capacidade dos seus investigadores para se afirmarem a nível nacional e internacional.
Segundo o responsável, a presença de cinco investigadores neste ranking valoriza o trabalho desenvolvido pelas equipas da universidade e reforça a importância da investigação na estratégia de desenvolvimento da instituição.
Atualmente, a Universidade Politécnica da Guarda lidera seis projetos internacionais e 15 projetos nacionais, em parceria com universidades, centros de investigação, empresas, autarquias e outras organizações.
No total, a instituição participa em 71 projetos científicos lançados nos últimos anos, envolvendo um investimento global de 136 milhões de euros, dos quais 15,5 milhões são geridos diretamente pela UPG.
A atividade científica da universidade resultou ainda, durante os meses de junho e julho deste ano, na apresentação de dois pedidos de patentes nacionais e um pedido de patente internacional.
Joaquim Brigas sublinha que estes resultados assumem particular importância numa altura em que a instituição desenvolve o seu processo de evolução para Universidade, considerando que a investigação científica, a formação avançada e a transferência de conhecimento são fundamentais para esse objetivo.
O reitor defende ainda uma aposta na ligação ao território, contribuindo para a inovação, a competitividade das empresas e o desenvolvimento económico e social da região.
O ranking “World’s Top 2% Scientists” é elaborado com base em indicadores internacionais de impacto científico, nomeadamente o número de citações de trabalhos publicados e outros critérios de avaliação da produção científica.
A edição de 2026 utiliza dados da plataforma Scopus, atualizados até ao final de 2025, permitindo identificar os investigadores com maior influência nas respetivas áreas científicas.

